A Reforma Tributária muda a lógica fiscal, operacional e financeira das empresas. A Tributo Justo reúne análises, materiais técnicos, conteúdos práticos e acompanhamento especializado para apoiar empresas durante toda a transição.
Entenda os principais marcos da transição e quando cada mudança ganha força no novo modelo tributário.
Revisão de cadastros, parametrizações e regras.
Split Payment e nova dinâmica financeira.
Necessidade de adaptação estrutural dos sistemas.
Cláusulas tributárias precisarão ser revisadas.
Mudança na composição do preço e margem.
Mudança no crédito e formação de custos.
Entenda os principais marcos da transição e quando cada mudança ganha força no novo modelo tributário.
Entenda os principais marcos da transição e quando cada mudança ganha força no novo modelo tributário.
A transição tributária exigirá revisão contínua de processos, cadastros e estratégias fiscais. Empresas que iniciarem essa preparação apenas quando as mudanças entrarem em vigor terão menos margem operacional e maior risco de inconsistências.
Cruzamento inteligente de dados e análises fiscais.
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A Reforma Tributária muda a forma como os tributos sobre o consumo são calculados,
destacados, recolhidos e creditados. Na prática, as empresas precisarão revisar processos
fiscais, sistemas, contratos, precificação, fluxo de caixa e governança tributária para se
adaptar ao novo modelo de IBS e CBS
A CBS substituirá tributos federais, como PIS e Cofins. O IBS substituirá tributos estaduais
e municipais, como ICMS e ISS. Ambos seguem uma lógica próxima ao IVA, com maior
integração digital, não cumulatividade mais ampla e apuração baseada nas operações
realizadas pela empresa.
A transição começa em 2026, com uma fase inicial de testes e convivência entre o sistema
atual e os novos tributos. A implementação será gradual, com substituição progressiva dos
tributos atuais até 2033.
Entre 2026 e 2033, o Brasil terá um período de convivência entre o modelo atual e o novo
sistema. Isso significa que empresas precisarão lidar, ao mesmo tempo, com regras antigas
e novas, ajustando sistemas, documentos fiscais, apuração, créditos e rotinas internas ao
longo da transição.
Split Payment é um modelo em que parte do valor pago em uma operação é
automaticamente separada para recolhimento dos tributos. Em vez de todo o valor passar
primeiro pelo caixa da empresa, o sistema pode direcionar a parcela correspondente ao IBS
e à CBS para o Fisco no momento da liquidação financeira.
A Reforma mantém a lógica de créditos, mas altera sua dinâmica. O novo modelo tende a
ampliar a não cumulatividade, mas o aproveitamento dos créditos dependerá de regras
específicas, documentos fiscais adequados e, em alguns casos, da verificação do
recolhimento do tributo na operação anterior.
Os créditos vinculados ao sistema atual precisam ser analisados com atenção durante a
transição. Como PIS e Cofins serão substituídos pela CBS, empresas devem mapear
créditos existentes, revisar saldos e definir estratégias de aproveitamento dentro das regras
aplicáveis ao período de transição.
Sim. A Reforma Tributária impacta empresas de diferentes regimes, incluindo Lucro
Presumido. Mesmo que a forma de apuração do IRPJ e da CSLL não seja o foco da
mudança, a tributação sobre consumo, emissão fiscal, créditos, precificação e fluxo de caixa
podem ser diretamente afetados.
Empresas do Lucro Real tendem a sentir impactos relevantes na apuração de créditos, na
gestão fiscal, no ERP, no controle de documentos e na estratégia de aproveitamento
tributário. Como muitas dessas empresas operam com cadeias complexas, a revisão de
processos será essencial.
Sim. A Reforma exigirá adequações em sistemas fiscais, cadastros, documentos
eletrônicos, regras de apuração, parametrizações tributárias e relatórios gerenciais.
Empresas que não atualizarem seus sistemas podem enfrentar erros operacionais e
inconsistências fiscais.
Empresas que não se prepararem podem enfrentar inconsistências fiscais, perda de
créditos, falhas no ERP, impactos no caixa, problemas contratuais e dificuldade de
adaptação ao novo modelo. A preparação antecipada permite mais previsibilidade e reduz
riscos operacionais durante a transição.
Empresas que começarem a revisar sua estrutura agora terão mais previsibilidade,
organização e capacidade de adaptação durante a transição.
Fique por dentro de todas mudanças que ocorrerão no mundo tributário nacional.