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Reforma Tributária 2025: Secretário da Fazenda alerta empresas sobre riscos da falta de preparo

A Reforma Tributária já está sendo implementada e, embora boa parte das novas regras entre em vigor a partir de 2026, especialistas são unânimes em afirmar: quem ainda não começou a se preparar, está prejudicando a própria empresa.

Bernard Appy, secretário extraordinário da Reforma Tributária no Ministério da Fazenda, tem reforçado publicamente que a transição exige ajustes imediatos, inclusive por parte de empresas de menor porte.

Reforma Tributária também afeta pequenas e médias empresas: entenda o porquê

“Quem não se preparou já está atrasado”. A afirmação de Abby reflete o tamanho da transformação que se aproxima tanto para grandes corporações quanto para empresas do Lucro Presumido, Lucro Real e até mesmo para optantes do Simples Nacional, que, embora tenham regras específicas, também serão afetadas.

Ao participar do evento “Desafios da Reforma Tributária: como se preparar para as novas regras”, organizado pela Editora Globo na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Appy reconheceu que haverá um custo de ajuste para as empresas.

“É importante que as empresas comecem a se preparar para a transição e pensar como o novo sistema tributário afeta o seu modelo de negócio. Se alguma empresa hoje está celebrando um contrato que tem efeito para além de 2027 e não está considerando a Reforma Tributária, está atrasada. As empresas têm que considerar os efeitos dela no seu modelo de negócio. Desde já”, recomendou o secretário.

De acordo com a Firjan, um dos maiores desafios da Reforma será a adaptação de processos como precificação, emissão de notas, apuração e compensação de tributos. Empresas com estrutura mais enxuta podem sofrer mais nesse processo, especialmente se não tiverem suporte especializado.

Além disso, novas obrigações acessórias, mudanças nas alíquotas e a forma de recolhimento dos tributos (como o split payment) exigem adequação contábil, fiscal e estratégica.

Bernard Abby fala sobre a Reforma Tributária 2025 e os impactos para pequenas e médias empresas
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nova lógica tributária: menos distorções, mais competitividade

Bernard Appy afirma que em 2026 ainda não haverá cobrança de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e, por esse motivo, todas as empresas terão no próximo ano acesso ao novo sistema para se acostumar a ele.

Essa será uma oportunidade, porque, ao ignorar essas mudanças substanciais, seu negócio perde competitividade e enfrenta riscos fiscais.

A Reforma busca corrigir distorções que hoje prejudicam a competitividade das empresas brasileiras. O novo modelo promete desonerar completamente os investimentos e as exportações, além de garantir que importações e produção nacional sejam tributadas de forma equivalente.

Na prática, isso significa um ambiente mais equilibrado para quem produz no Brasil e melhores condições para competir dentro e fora do país.

Para entender melhor sobre a linha do tempo da Reforma Tributária, clique neste link.

Como preparar sua empresa para a Reforma Tributária na prática?

Pensando nisso, a Tributo Justo preparou um material gratuito e direto ao ponto sobre os impactos da Reforma Tributária. O guia traz:

  • Um panorama da transição até 2033;
  • Explicações simples sobre os novos tributos (CBS, IBS, IS);
  • Quadro comparativo com os tributos atuais;
  • Dicas práticas para empresas de pequeno e médio porte se organizarem desde já.

A Reforma Tributária já começou. Você está preparado?

Cada ano perdido pode custar milhões em créditos e competitividade.

Baixe agora o guia oficial com a linha do tempo da transição até 2033 — com recomendações práticas para empresários que querem agir antes do impacto.

FAQ – Reforma Tributária 2026 a 2033

A Reforma Tributária consiste na modernização e simplificação do sistema fiscal brasileiro. Ela tem como objetivo substituir tributos atuais por novos impostos (CBS e IBS), reduzir a complexidade e estimular a competitividade das empresas, gerando um ambiente de negócios mais transparente e eficiente.

A implementação ocorrerá gradualmente, começando em 2026 e se estendendo até 2033. Nos primeiros anos, tributos como CBS e IBS serão testados, seguidos pela extinção gradual de tributos antigos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, conforme o cronograma descrito.

Em 2027, a CBS entrará em vigor com uma alíquota de 8,7%, substituindo o PIS e a Cofins. Enquanto isso, os tributos estaduais (ICMS) e municipais (ISS) permanecerão inalterados, permitindo uma transição gradual nos anos seguintes.

A migração do ICMS e ISS para o IBS acontecerá de forma progressiva: a partir de 2029, 20% da arrecadação passará para o IBS, atingindo 80% de transferência em 2032, até que, em 2033, esses tributos sejam totalmente substituídos pelo IBS.

É fundamental que as empresas realizem um planejamento tributário estratégico. Isso inclui ajustar sistemas de emissão de notas, recalibrar preços e margens, e revisar créditos tributários. Consultar especialistas e monitorar as mudanças em cada fase é essencial para evitar surpresas e aproveitar as oportunidades de mercado.

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Reforma Tributária: entenda o que muda de 2026 a 2033

A Reforma Tributária no Brasil é uma das mudanças mais profundas do sistema fiscal nas últimas décadas. Ao contrário do que muitos imaginam, ela não ocorrerá de forma imediata, mas será implementada de maneira gradual, entre 2026 e 2033.

Neste artigo, você vai entender o que muda ano a ano, quais impostos serão extintos, quando os novos tributos passam a valer e como essa transição pode impactar a gestão financeira da sua empresa.

De 2026 a 2033: o que você precisa saber

A principal mudança trazida pela Reforma Tributária é a substituição de tributos atuais por dois novos impostos sobre o consumo:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – substitui PIS e Cofins
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – substitui ICMS e ISS

A Reforma Tributária instituirá a CBS e o IBS, novos impostos que substituirão PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

Mas esses tributos não entram em vigor de uma vez. Eles vão coexistir com o sistema atual por anos, exigindo atenção e planejamento por parte das empresas. Veja o cronograma completo:

Etapa 2026: início dos testes da CBS e IBS

Em 2026, os tributos antigos continuam valendo. Ou seja:

  • ISS, ICMS, PIS e Cofins seguem em vigor
  • A CBS e o IBS passam a aparecer nas notas fiscais, mas ainda não são cobrados – trata-se de um período de testes.

Destaque: CBS (0,9%) e IBS (0,1%) aparecem na nota, mas sem impacto no caixa neste momento.

Etapa 2027: fim de PIS e Cofins; início da CBS

2027 marca o fim do PIS e da Cofins. A CBS entra em cena com alíquota total:

  • CBS começa a ser cobrada oficialmente: 8,7%
  • ICMS e ISS continuam sem alterações
  • Empresas devem ajustar sistemas e processos para lidar com o novo modelo de contribuição federal.

Etapa 2028: CBS plenamente vigente

Neste ponto, a CBS já estará 100% implantada, substituindo por completo os antigos PIS e Cofins.

  • CBS ativa e operando
  • ICMS e ISS seguem em vigor

Importante: ainda não há mudanças nos tributos estaduais e municipais neste ano.

Etapas 2029 a 2032: transição gradual de ICMS e ISS para IBS

Começa a transição dos impostos estaduais (ICMS) e municipais (ISS) para o IBS. A cada ano, um percentual da arrecadação migra para o novo tributo:

  • 2029: 10% IBS | 90% ICMS/ISS
  • 2030: 20% IBS | 80% ICMS/ISS
  • 2031: 30% IBS | 70% ICMS/ISS
  • 2032: 40% IBS | 60% ICMS/ISS

A transição é progressiva, o que exige acompanhamento próximo das alterações por parte dos gestores tributários.

Etapa Final: 2033 – extinção do ICMS e ISS

Chegamos ao fim da transição. Em 2033, o sistema antigo se encerra definitivamente:

  • Extinção completa de ICMS e ISS
  • Todo o imposto sobre bens e serviços será cobrado apenas por meio de:
    • IBS: 17,7%
    • CBS: 8,7%

O que a sua empresa precisa fazer agora?

A coexistência dos sistemas exige planejamento tributário estratégico, principalmente para empresas com alta exposição à tributação sobre consumo e serviços.

Empresas que se preparam com antecedência ganham vantagem competitiva, pois conseguem:

  • Antecipar impactos financeiros
  • Ajustar sistemas de emissão de notas fiscais
  • Recalcular preços e margens
  • Reavaliar créditos tributários e regimes fiscais

Conte com especialistas para navegar por cada fase

A Tributo Justo acompanha de perto todas as mudanças da Reforma Tributária e está preparada para apoiar sua empresa em cada fase dessa transição.

Somos especialistas em análise tributária estratégica, com tecnologia própria e foco em recuperação de tributos e planejamento fiscal inteligente.

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FAQ – Reforma Tributária 2026 a 2033

A Reforma Tributária consiste na modernização e simplificação do sistema fiscal brasileiro. Ela tem como objetivo substituir tributos atuais por novos impostos (CBS e IBS), reduzir a complexidade e estimular a competitividade das empresas, gerando um ambiente de negócios mais transparente e eficiente.

A implementação ocorrerá gradualmente, começando em 2026 e se estendendo até 2033. Nos primeiros anos, tributos como CBS e IBS serão testados, seguidos pela extinção gradual de tributos antigos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, conforme o cronograma descrito.

Em 2027, a CBS entrará em vigor com uma alíquota de 8,7%, substituindo o PIS e a Cofins. Enquanto isso, os tributos estaduais (ICMS) e municipais (ISS) permanecerão inalterados, permitindo uma transição gradual nos anos seguintes.

A migração do ICMS e ISS para o IBS acontecerá de forma progressiva: a partir de 2029, 20% da arrecadação passará para o IBS, atingindo 80% de transferência em 2032, até que, em 2033, esses tributos sejam totalmente substituídos pelo IBS.

É fundamental que as empresas realizem um planejamento tributário estratégico. Isso inclui ajustar sistemas de emissão de notas, recalibrar preços e margens, e revisar créditos tributários. Consultar especialistas e monitorar as mudanças em cada fase é essencial para evitar surpresas e aproveitar as oportunidades de mercado.

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Recuperação de INSS Patronal: Como o RH pode gerar economia e valor para a empresa

A recuperação de INSS Patronal é um tema que tem chamado a atenção de muitas empresas que desejam reduzir custos e otimizar suas operações. Mas o que pouca gente percebe é que o departamento de Recursos Humanos (RH) pode e deve ser o grande protagonista desse processo. Neste artigo, você vai entender como identificar verbas indenizatórias que não precisam ser tributadas, quais as etapas para recuperar valores pagos a mais nos últimos cinco anos e, ainda, como tudo isso reforça o papel estratégico do RH dentro da organização.

O que é INSS Patronal e por que impacta o RH

O INSS Patronal é a contribuição previdenciária que as empresas recolhem sobre a folha de salários. De modo geral, a alíquota é de 20% e incide sobre todas as verbas consideradas remuneratórias. Porém, existem valores de natureza indenizatória (como aviso prévio indenizado e férias indenizadas) que não deveriam compor essa base de cálculo. É aí que o RH entra: ninguém melhor do que a equipe de Recursos Humanos para saber exatamente quais verbas foram pagas e como foram classificadas.

Verbas indenizatórias que podem gerar recuperação

Para otimizar a gestão de custos, o RH precisa identificar verbas que não têm caráter salarial. Entre as principais, podemos destacar:

  • Férias indenizadas (não gozadas)
  • Aviso prévio indenizado
  • Salário-maternidade (excluído pelo STF em alguns casos, conforme decisão recente)

Reconhecer essas verbas garante uma apuração mais precisa do que realmente deve ou não ser tributado, abrindo caminho para a recuperação de valores pagos indevidamente.

Passo a passo para recuperar o INSS Patronal

  1. Mapeamento e levantamento de dados: O RH deve revisar a folha de pagamento dos últimos cinco anos, identificando verbas que não deveriam ter sido tributadas.
  2. Retificação de declarações: Ajustar GFIP, eSocial e demais obrigações acessórias para corrigir os valores informados anteriormente.
  3. Pedido de restituição ou compensação: A partir da análise, a empresa pode optar por compensar os valores em tributos futuros ou solicitar a restituição em dinheiro junto à Receita Federal.
  4. Acompanhamento e suporte jurídico: É recomendável contar com uma consultoria especializada, garantindo que todo o processo ocorra dentro das normas legais.

Por que essa estratégia valoriza o RH?

  • Protagonismo financeiro: Quando o RH lidera uma iniciativa que traz economia significativa, a área se torna referência em soluções criativas de gestão de pessoas e custos.
  • Melhor alocação de recursos: Com a possibilidade de reinvestir o valor recuperado, o RH pode direcionar mais verba para benefícios, treinamentos e ações de engajamento.
  • Aumento do compliance: Revisar detalhadamente as verbas e declarações fortalece a governança corporativa e reduz riscos de autuações futuras.

Baixe nosso Guia Completo de Recuperação de INSS Patronal

Quer aprofundar no assunto e conhecer exemplos práticos de como colocar tudo isso em prática? Baixe agora o nosso eBook “Guia Definitivo de Recuperação do INSS Patronal para Profissionais de RH” e descubra como transformar essa tese em um diferencial competitivo para o seu departamento.

Conclusão

A recuperação de INSS Patronal é uma oportunidade valiosa para o RH demonstrar seu valor estratégico, reduzindo custos e gerando resultados tangíveis para a empresa. Ao seguir as etapas de mapeamento, retificação e compensação, é possível reaver valores significativos e realocar recursos para ações que impactam diretamente a satisfação e o desempenho dos colaboradores. Se você ainda não avaliou o potencial de recuperação, este é o momento certo para agir e levar o seu RH a um novo patamar de relevância na organização.

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Empresas de metalurgia recuperam créditos da folha de pagamento para reinvestir em expansão e fluxo de caixa

Muitas empresas já recuperam valores de insalubridade e periculosidade. Mas e o que está escondido na sua folha de pagamento?

A carga tributária sobre a folha de pagamento da indústria metalúrgica é um dos principais desafios financeiros do setor. O que muitas empresas desconhecem é que determinados valores pagos aos colaboradores podem estar sendo tributados indevidamente – e isso representa uma oportunidade real de recuperação de créditos.

Rubricas como adicional de insalubridade, adicional de periculosidade, 13º salário proporcional, repouso remunerado sobre horas extras e gratificações eventuais estão frequentemente sujeitas a uma tributação que pode ser revisada. Ao identificar e corrigir essas cobranças, a empresa pode recuperar valores expressivos e reinvestir em equipamentos, inovação e crescimento​.

Por que a folha de pagamento esconde créditos tributários?

A legislação trabalhista e tributária brasileira é complexa, e muitas empresas metalúrgicas acabam pagando mais tributos do que deveriam por falta de um estudo detalhado da folha. Veja alguns pontos críticos:

  • Tributação indevida sobre adicionais trabalhistas: Valores pagos a título de insalubridade e periculosidade nem sempre devem compor a base de cálculo dos tributos sobre a folha.
  • Erros na incidência de INSS: Certos pagamentos possuem caráter indenizatório e não devem ser tributados. A revisão pode resultar em compensações ou restituições.
  • Reflexos indevidos sobre o 13º salário e férias: Adicionais que geram impacto sobre o cálculo de outras verbas podem estar elevando os custos sem necessidade.

Oportunidade real de economia: Empresas do setor metalúrgico já recuperaram valores significativos ao revisar esses pontos. Muitas podem estar deixando dinheiro parado.

Base legal: essa recuperação é legítima e segura

A revisão da tributação sobre a folha de pagamento tem fundamento legal e jurisprudencial. Diversas decisões judiciais e pareceres técnicos já reconheceram que valores com caráter indenizatório não devem compor a base de cálculo de contribuições previdenciárias.

Exemplos de decisões favoráveis

  • O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiram que rubricas indenizatórias não devem ser tributadas pelo INSS.
  • A Receita Federal já emitiu pareceres reconhecendo que determinados adicionais podem ser excluídos da base de cálculo tributária​.

Segurança jurídica garantida: A recuperação de créditos pode ser feita administrativamente ou judicialmente, de acordo com a estratégia mais vantajosa para cada empresa.

Quanto sua empresa pode recuperar? Veja o resultado agora

Empresas que revisaram sua folha de pagamento conseguiram recuperar valores que chegam a milhões de reais. Agora, você pode descobrir imediatamente quanto sua empresa pode recuperar, sem precisar aguardar contato ou análise manual.

Outros tributos que sua indústria metalúrgica pode recuperar

Além da revisão da folha de pagamento, a indústria metalúrgica pode recuperar tributos pagos indevidamente em outras áreas, como:

ICMS sobre Energia Elétrica

  • Muitas empresas pagam ICMS sobre a conta de energia sem considerar que parte desse imposto pode ser recuperada.
  • Dependendo do estado e do uso da energia no processo produtivo, é possível solicitar a compensação desses valores.

Subvenção para Investimentos

  • Empresas que receberam incentivos fiscais estaduais podem excluir esses valores da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, reduzindo significativamente a carga tributária.
  • Essa estratégia permite que recursos antes comprometidos com tributos sejam direcionados para ampliação de infraestrutura e modernização da produção​.

Créditos de PIS e COFINS sobre Insumos

  • Empresas metalúrgicas que utilizam insumos essenciais no processo produtivo podem ter direito à recuperação de PIS e COFINS sobre esses itens.
  • Gastos com energia elétrica, produtos químicos e materiais utilizados diretamente na fabricação podem gerar créditos que reduzem a carga tributária mensal​.

Cada um desses créditos pode representar uma economia relevante para a empresa, melhorando o fluxo de caixa e permitindo investimentos estratégicos.

Benefícios imediatos da recuperação de créditos

  • Fluxo de caixa reforçado: Recuperação de tributos pagos indevidamente pode ser compensada com tributos futuros ou restituída.
  • Redução do custo operacional: Menos tributos significam mais recursos para inovação, ampliação da produção e melhorias na empresa.
  • Segurança e conformidade fiscal: Revisar a folha evita riscos de autuações fiscais e melhora a gestão tributária da empresa.
  • Competitividade no setor: Empresas que reduzem sua carga tributária têm mais espaço para crescer e investir.

Não deixe dinheiro parado na sua folha de pagamento

Cada mês que passa pode representar mais tributos pagos indevidamente. Quanto antes sua empresa iniciar a revisão, maior será a recuperação possível.

Aproveite essa oportunidade e transforme tributos pagos a mais em capital para expansão e inovação.

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ICMS e Subvenção para Investimentos: Como sua empresa pode aproveitar esse benefício fiscal?

A subvenção para investimentos é um tema de grande relevância para as empresas desde a sanção da LEI Nº 14.789, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2023. Essa lei regulamenta a aplicação de benefícios fiscais relacionados ao ICMS, criando novas oportunidades para empresas que desejam expandir e modernizar suas operações. 

No entanto, para aproveitar essas oportunidades, é essencial entender como esses benefícios fiscais funcionam. Neste artigo, exploraremos os principais aspectos da subvenção para investimentos, detalhando o conceito, seu funcionamento e como aplicamos esses benefícios fiscais de maneira estratégica para as empresas que atendemos.

O que é Subvenções para Investimentos por meio de redução/isenção de impostos ?

A Subvenção para Investimentos permite que  empresas utilizem benefícios fiscais relacionados ao ICMS para ampliar suas operações e adquirir bens essenciais ao crescimento do negócio.  

No entanto, esses benefícios estão vinculados ao cumprimento de requisitos legais, como o uso do valor economizado para reinvestir no desenvolvimento da empresa. O objetivo é fortalecer a competitividade empresarial e fomentar setores estratégicos da economia.

Tipos de Benefícios Fiscais do ICMS, aplicáveis na tese de Subvenção para investimentos.

Existem algumas formas de benefícios fiscais que podem ser utilizados como subvenção para investimentos, oferecendo vantagens tributárias específicas, dependendo da situação da empresa:

  • Redução da Base de Cálculo:
    A redução da base de cálculo do ICMS permite que o imposto seja calculado sobre um valor inferior ao da operação, proporcionando uma carga tributária reduzida.
  • Exemplo: Uma empresa de construção civil adquire máquinas e equipamentos, como guindastes e escavadeiras. A legislação permite que a base de cálculo do ICMS seja reduzida em 40%, fazendo com que o imposto seja calculado sobre um valor menor, reduzindo a carga tributária final.
  • Isenção: A isenção de ICMS desobriga o pagamento do imposto em determinadas operações ou sobre produtos específicos, oferecendo uma economia significativa, especialmente para setores essenciais.
  • Exemplo: Um hospital filantrópico compra equipamentos médicos, como tomógrafos e respiradores. Como esses produtos são destinados a instituições de saúde sem fins lucrativos, eles são isentos de ICMS, reduzindo o custo da aquisição.
  • Suspensão: A suspensão do ICMS posterga o pagamento do imposto para um momento futuro, permitindo que as empresas utilizem o valor economizado para reinvestir em suas operações.
  • Exemplo: Uma indústria têxtil compra fios de algodão para fabricar tecidos. O ICMS da compra dos fios é suspenso, e o imposto só será cobrado quando o tecido final for vendido. Isso melhora o fluxo de caixa da indústria ao postergar a tributação.
  • Diferimento: O diferimento do ICMS permite que o imposto seja pago em uma fase futura da cadeia produtiva, normalmente no momento da comercialização do produto.
  • Exemplo: Um produtor rural vende grãos para uma agroindústria. Em vez de pagar o ICMS no momento da venda, o imposto será recolhido apenas quando a agroindústria vender o produto processado, como farinha ou óleo vegetal. Isso facilita o desenvolvimento da cadeia produtiva.
  • Não Tributação: A não tributação ocorre quando uma operação não se enquadra no campo de incidência do imposto, ou seja, o ICMS simplesmente não é aplicado, proporcionando uma economia direta no pagamento do imposto.
  • Exemplo: Uma empresa brasileira exporta máquinas industriais para um cliente nos Estados Unidos. Como a exportação não está sujeita ao ICMS por determinação constitucional, a operação é considerada não tributada, garantindo que a empresa não precise pagar o imposto sobre essa venda.

Quais segmentos podem se beneficiar da Subvenção para Investimentos?

A Subvenção para Investimentos e os benefícios fiscais do ICMS podem ser aplicados em diversos setores da economia, desde que sejam contribuintes do ICMS. Empresas que realizam expansão, modernização ou investimentos estratégicos podem reduzir significativamente sua carga tributária e melhorar sua competitividade.

Embora praticamente qualquer empresa que cumpra os requisitos legais possa se beneficiar, alguns setores costumam ser mais impactados por esses incentivos:

Indústria e Manufatura – Empresas que investem na compra de maquinário e expansão da produção podem utilizar incentivos fiscais para reduzir custos e melhorar a competitividade.

Construção Civil – Incorporadoras e construtoras podem acessar benefícios como isenção e redução da base de cálculo do ICMS na compra de materiais, equipamentos e insumos para obras.

Agronegócio – Produtores rurais e agroindústrias podem contar com diferimento e suspensão do ICMS na aquisição de insumos agrícolas, máquinas e equipamentos, melhorando seu fluxo de caixa.

  • Logística e Transporte – Empresas de transporte podem se beneficiar de incentivos fiscais para a compra de veículos, equipamentos e combustíveis, reduzindo custos operacionais.
  • Tecnologia e Inovação – Empresas que investem em infraestrutura tecnológica, equipamentos e expansão de operações podem utilizar esses incentivos para reduzir a carga tributária sobre ativos estratégicos.
  • Comércio Atacadista e Varejista – Empresas do setor podem acessar benefícios como suspensão ou diferimento do ICMS ao longo da cadeia de suprimentos, otimizando sua tributação.

É importante destacar que esses são apenas alguns exemplos. Os benefícios podem ser aplicáveis a diferentes tipos de empresas, dependendo das regulamentações estaduais e do enquadramento fiscal de cada operação.

Por isso, uma análise especializada é essencial para identificar as melhores oportunidades dentro do seu setor e garantir a correta aplicação dos incentivos fiscais disponíveis.

Saiba Como Sua Empresa Pode Aproveitar Esses Benefícios Fiscais

Para que uma empresa aproveite os benefícios fiscais de ICMS como subvenção para investimentos, é fundamental compreender as condições legais e os tipos de investimentos que se qualificam para esses incentivos. Além disso, as empresas precisam estar atentas às regulamentações estaduais para garantir que cumpram todos os requisitos legais e possam usufruir dos benefícios.

Uma abordagem estratégica não apenas identifica as melhores oportunidades fiscais, mas também assegura que sua empresa esteja estruturada para usufruir desses benefícios com segurança e eficiência.

Ser especialista na área tributária é essencial para identificar as melhores oportunidades. É nesse ponto que a experiência e a expertise contábil fazem toda a diferença.

Saiba como sua empresa pode aproveitar essa oportunidade.

Faça o download do nosso material para entender mais como recuperar esses benefícios fiscais de forma eficiente.

A subvenção para investimentos oferece uma oportunidade significativa para as empresas que desejam reduzir sua carga tributária enquanto investem em seu crescimento. Com a compreensão dos benefícios fiscais e uma gestão estratégica, é possível aproveitar ao máximo as vantagens desse incentivo, impulsionando a eficiência operacional e a competitividade do negócio.

Ajudamos as empresas a identificar corretamente esses benefícios, alinhando suas operações às exigências legais e otimizando sua gestão tributária, para que cresçam de forma sustentável aproveitando as oportunidades fiscais disponíveis.

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Reforma Tributária: O que são CBS, IBS e IS e como eles irão impactar sua empresa?

O que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional tem como objetivo simplificar e modernizar a arrecadação de impostos no Brasil. Com inspiração no modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), a reforma introduz novos tributos, como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

Essas mudanças prometem:

  • Reduzir a complexidade fiscal.
  • Aumentar a transparência.
  • Promover maior eficiência no ambiente de negócios.

Principais Tributos da Reforma

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)
  • Substitui: ICMS (estadual) e ISS (municipal).
  • Características: Não cumulativo, permite compensação de créditos tributários.
  • Alíquota: Inicial de 17,7%, ajustável pelos estados e municípios.
  • Prazo de implementação: Até 2033, com transição gradual a partir de 2026.
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)
  • Substitui: PIS e Cofins.
  • Características: Alíquota única de 8,8%, compondo o IVA dual junto ao IBS.
  • Objetivo: Simplificar o cálculo e reduzir obrigações acessórias.
  • Prazo de vigência: Transição iniciada em 2026.
IS (Imposto Seletivo)
  • Substitui: Parte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
  • Objetivo: Desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.
  • Vigência: A partir de 2027.

Impactos da Reforma Tributária para Empresas

A Reforma Tributária vai alterar profundamente a forma como as empresas lidam com tributos no Brasil. Entre os principais impactos estão:

  • Custos operacionais: Redução de obrigações acessórias e maior previsibilidade.
  • Preços ao consumidor: Mudanças nas alíquotas podem influenciar os preços finais.
  • Ajustes no planejamento tributário: Necessidade de adaptação ao novo modelo fiscal.
Quer saber mais detalhes? Prepare sua empresa para essas mudanças.

 

Por que a Reforma Tributária é importante?

A complexidade do sistema tributário atual prejudica a competitividade do Brasil. Com a implementação do IBS, CBS e IS, espera-se um ambiente de negócios mais ágil e transparente, beneficiando tanto as empresas quanto os consumidores.

Quando a Reforma Tributária entra em vigor?

  • 2026: Início do período de transição.
  • 2033: Implementação completa do novo modelo tributário.

A Reforma Tributária está promovendo mudanças estruturais no sistema de arrecadação no Brasil, e sua empresa precisa estar preparada. Entenda os novos tributos e adapte-se ao futuro da tributação brasileira.

 

 

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Dólar nas Nuvens: O Efeito da Alta nas Empresas Brasileiras

A primeira semana de agosto já chegou com uma notícia que deixou (quase) todo mundo de cabelo em pé: de que o dólar havia ultrapassado a marca dos R$5,74, batendo um recorde de altura que desesperou uma maioria (mas não todas) as empresas brasileiras, mas este é um tópico que vamos abordar mais pra frente no desenrolar deste texto.

Até esse ponto, o marco já estava sendo considerado como o maior patamar do ano.

Dólar nas Nuvens: Efeito da Alta nas Empresas Brasileiras
Mapa da variação do dólar comercial / turismo | G1

Em muitas conversas por aí, o dólar tem se tornado um dos maiores vilões empresariais, junto com a sua poderosa parceira: a carga tributária.

“Começar do Começo”

Vamos partir do início. Focando nossa atenção no que é o “básico” de qualquer atividade empresarial: Os insumos.

A alta do dólar não é só um número abstrato; ela afeta o preço de itens essenciais e o mercado como um todo. No caso dos insumos importados, como trigo, gás e gasolina, a alta do dólar eleva os preços de produtos primordiais

Isso significa que o pãozinho quente do café da manhã e o combustível do carro ficam mais caros,  pressionando os produtores a ajustar suas margens de lucro para não precisar lidar com duas situações que são dois dos medos constantes de qualquer dono: o excesso de produtos em estoque e a baixa nos pedidos. 

Se você é empreendedor, já conhece bem essa simples equação. Produto parado em estoque = dinheiro parado.

Para muitos negócios, em especial aqueles que dependem de matérias-primas importadas, como no caso das indústrias química e farmacêutica, e até mesmo as revendas de carros importados, essa alta do dólar “mexe” em todas as áreas do negócio. 

Mesmo que a maioria das empresas já tenham em seus planejamentos anuais uma “gordurinha” pensada justamente nestas variações do dólar, no final, sempre acaba doendo no bolso de muitos negócios.

Alta do dólar: Quem ganha e Quem perde

Agora, eu e você chegamos naquele tópico que comentei mais cedo neste texto. A alta do dólar não é uma notícia ruim para todos. 

Enquanto setores ligados à economia interna, como o imobiliário, varejo e aviação, sentem mais essa alta do dólar, com o aumento do preço da matéria-prima, aumentam também os seus custos, dando lugar à necessidade de repassar esses custos para o consumidor, resultando na chegada de uma velha conhecida brasileira: a inflação.

Mas há quem veja um lado positivo na situação. Alguns negócios podem sair ganhando com a alta do dólar, que é o caso de setores exportadores, vou citar alguns deles aqui: o agronegócio, minério de ferro e aqueles que envolvem produtos oriundos ou derivados do petróleo.

Produtos como soja, carne e café tornam-se mais atraentes no mercado “da gringa”, o que pode aumentar as receitas das empresas exportadoras. Mas como nem tudo são rosas, essa vantagem também tem um preço: a diminuição das ofertas desses produtos aqui em casa. Lembra da inflação? Olha ela aqui novamente.Só para que você possa visualizar o potencial brasileiro no quesito exportação, dá uma olhada nessa lista da Fazcomex dos Principais Produtos Exportados pelo Brasil em 2023, que analisou dados até junho do ano passado.

E por Falar Nela

Vamos dar uma rápida pincelada no que é a inflação. 

Inflação é o aumento geral e persistente dos preços dos bens e serviços. Quando o dólar sobe, o custo de muitos produtos importados aumenta, o que leva ao aumento dos preços internos. 

Ela já faz parte do cotidiano das nossas vidas, estamos vivendo essa situação há algum tempo, vou exemplificar: o seu café da manhã está custando mais, e o poder de compra do seu salário diminuiu. Sim, essa realidade que vivemos hoje teve início na alta do dólar.

Se me permite, eu vou tentar desenhar esses dados do IBGE:

Dólar nas Nuvens: Efeito da Alta nas Empresas Brasileiras

Neste momento, a inflação está aumentando, até que de forma moderada. É aquele ditado: tá ruim, mas nada que não possa piorar.

O IPCA nos últimos 12 meses mostra que sim, os preços estão subindo, porém não de uma forma que seja considerada uma alta muito exagerada. 

Além de que, o INPC de julho, mostra que a inflação foi um pouco (bem pouco, tá?) mais leve para as famílias com rendimentos menores, do que já foi em alguns outros períodos.

O boletim Focus — aquele famoso relatório do Banco Central do Brasil (BC) que traz as principais projeções dos economistas do mercado financeiro. Trouxe uma estimativa de 4,12% para o IPCA em 2024. Vale lembrar que ele girava em torno de 3,75% até março deste ano. 

O tal do Efeito Cascata

Bom, a inflação não surge do nada. Ela é muitas vezes um reflexo das mudanças na economia global e local. 

No caso dessa alta do dólar, as empresas logo dão de cara com aquelas situações que abordamos lá em cima, custos mais altos e necessidade de ajuste dos seus preços, além de sentir este efeito também em seus investimentos.

Dólar nas Nuvens: Efeito da Alta nas Empresas Brasileiras

Em resumo, a Inflação ocorre quando o seu dinheiro desvaloriza.

A Dupla Dinâmica: Alta do Dólar + Impostos

Não bastasse esse efeito da alta do dólar (e a prima brasileira dele, a inflação), já estar causando uma reviravolta nos preços e na economia, precisamos trazer à cena mais uma personagem que adiciona uma camada extra de dificuldade: a carga tributária.

Se você pensava que a inflação e o dólar eram desafios suficientes, espere até ver como os impostos podem fazer uma empresa se sentir em uma verdadeira sinuca de bico.

A carga tributária no Brasil é mundialmente conhecida por sua complexidade e por exigir um grande esforço das empresas para cumprirem todas as obrigações fiscais. Não só isso, mas em meio a um ambiente econômico já instável, os impostos podem diminuir ainda mais as margens de lucro e exigir das empresas um “jogo de cintura” a mais para poder sobreviver. 

Vamos imaginar a seguinte situação: você, como empresário, já está enfrentando um aumento nos custos devido à alta do dólar. A saída? Ajustar os preços dos seus produtos. Mas não para por aí. A carga tributária brasileira (complexa e variável), também precisa ser considerada. Os impostos sobre a sua empresa, não apenas reduzem suas margens de lucro, mas também podem diminuir a performance com relação aos seus concorrentes.

Agora, se você acha que enfrentar o aumento do dólar e a carga tributária é o fim do caminho, pense novamente. Existe uma saída estratégica: a recuperação tributária.

Dólar nas Nuvens: Efeito da Alta nas Empresas Brasileiras

Para muitas empresas, especialmente as de Lucro Real e Presumido, isso pode significar um grande alívio financeiro. Afinal, recuperar valores pagos indevidamente ou a mais nos impostos, é uma forma de dar um UP no fluxo de caixa e equilibrar as finanças. 

Investir na Recuperação Tributária não é apenas uma questão de economia, mas sim um passo inteligente a ser dado, principalmente considerando o futuro do negócio.

Se a combinação de alta do dólar + carga tributária tem deixado sua empresa no fio da navalha, a boa notícia é que há uma solução no mercado que pode fazer toda a diferença. 

A Tributo Justo é especialista na Recuperação Tributária para empresas de Lucro Real e Presumido, ajudamos a sua empresa a recuperar valores pagos a mais em impostos de modo ágil e seguro, com uma equipe dedicada a identificar todas as oportunidades que você tem disponíveis de crédito. Nenhum valor fica para trás.

Através de um processo eficiente e adaptado às necessidades das empresas, a Tributo Justo é a parceira ideal para tornar a sua carga tributária em crescimento sustentável no seu negócio.

Entre em contato conosco e veja como nós fazemos a diferença para sua empresa.

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ISS: O Julgamento do Século

Se o caso tributário já julgado mais notório da história brasileira tinha sido sobre a exclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins (tema 69), a partir deste mês estamos diante de seu sucessor: o Tema 118. 

Se você administra uma empresa que presta serviços ou decidiu ingressar no empreendedorismo (bem aventurados sejam vós), certamente já conhece o protagonista deste texto. 

O Imposto Sobre Serviços (ISS) é uma das tributações municipais mais complexas que existem no Brasil. Com alíquotas que variam entre 2% e 5%, dependendo do município e da natureza do serviço, o ISS representa um desafio a se levar em conta e que pode inclusive comprometer a expansão e crescimento dos negócios, especialmente para empresas do Lucro Real e Presumido.

Muitos erros na apuração do ISS resultam em pagamentos indevidos por parte das empresas, que frequentemente enfrentam dificuldades e acabam pagando mais do que o necessário. 

Torna-se fácil compreender o tamanho da dificuldade do empresariado em continuar tentando fazer sua empresa prosperar. De acordo com o relatório do Banco Mundial, entre 190 países, o Brasil ocupa a 124º posição no ranking Doing Business, que avalia a facilidade de fazer negócios.

Para muitas empresas, a tributação do ISS é um terreno complicado, repleto de variações regionais e mudanças frequentes na legislação. A maioria delas não possuem especialistas em tributação municipal, o que aumenta a probabilidade de erros no pagamento. Um estudo da FGV mostrou que apenas 25% das grandes e médias empresas têm um departamento tributário especializado. Portanto, saber realizar a gestão adequada é fundamental para empresas de todos os tamanhos e setores.

Por Dentro do ISS

Pode ser que venha uma mudança definitiva por aí, a proposta atual ainda está em discussão e tem o potencial de não somente alterar a forma como o ISS é arrecadado e calculado, mas também a respeito dos créditos tributários gerados a partir dele.

O STF está prestes a decidir se o ISS deve ser incluído ou excluído da base de cálculo do PIS e da Cofins. O julgamento, previsto para 28 de agosto de 2024, é uma das questões mais aguardadas no tribunal e já se tornou um divisor de águas.

Este julgamento do Tema 118 começou no plenário virtual do STF em agosto de 2021, e oito votos foram registrados antes de o Ministro Luiz Fux pedir o destaque da matéria. Recentemente, o ministro cancelou o destaque, dando continuidade ao processo.

Com o placar empatado em 4 a 4, os votos pendentes são dos ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes e André Mendonça. Se os dois primeiros mantiveram a postura do julgamento do Tema 69, a decisão final ficará a cargo do Ministro André Mendonça.

Ministro André Mendonça ISS: O Julgamento do Século
Ministro André Mendonça

Com os últimos julgamentos mostrando uma tendência favorável à União Federal, os contribuintes estarão de frente a um quadro desfavorável com um impacto profundo no modo como as empresas calculam e pagam seus impostos, além da perda do benefício de reaver valores pagos indevidamente ou a maior de ISS. 

Se você pretende recuperar valores relacionados ao ISS, precisa ter sua solicitação protocolada até o dia 28 de agosto de 2024. 

Agora trata-se de uma corrida contra o tempo! Após essa data e dependendo de qual for o resultado da votação, não será mais possível protocolar nenhuma ação de recuperação de créditos tributários. 

A Solução da Tributo Justo

Muitas empresas podem ter créditos a recuperar dos valores pagos de ISS, que podem ser utilizados na compensação das guias recorrentes, sem que a empresa tenha que tirar “do bolso” para custeá-los. No entanto, o tempo está passando e a oportunidade de garantir esses créditos está se esgotando. 

Com a iminente decisão do STF sobre a exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS, a necessidade de agir rapidamente nunca foi tão crítica. 

Nossa solução surgiu para atender à urgência dos empreendedores em equiparar sua força frente a estas tributações. Com um processo ágil e seguro, garantimos a recuperação completa dos créditos disponíveis, sem deixar nenhum valor para trás e mantendo a empresa em conformidade com a legislação e suas obrigações acessórias.

Efeitos no Lucro Real e Lucro Presumido

A realidade atual para as empresas do Lucro Real e Presumido é que a apuração do ISS não é apenas complexa, mas também pode ser particularmente desgastante. 

Com a crescente rigidez da fiscalização e o aumento dos erros na apuração, muitas empresas acabam pagando mais do que o necessário. 

Agora, com o julgamento iminente sobre a exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS, é fundamental que as empresas ajam rapidamente para recuperar esses valores antes que seja tarde demais. 

As empresas que não se movimentarem agora podem perder a chance de recuperar créditos significativos dos últimos 5 anos. 

Se a decisão do STF for positiva, os efeitos podem ser ajustados, podendo restringir os benefícios da recuperação a apenas aqueles que já estiverem judicialmente envolvidos antes da decisão, já protocolados, com o procedimento em andamento. 

Para encerrar este parágrafo, fica um alerta: Ou essas empresas correm para para garantir a protocolização da recuperação agora ou desistem da ideia de rever estes valores.

Concluindo a nossa Conversa

O ISS é um tributo importante, mas extremamente complicado para as empresas. Diante do cenário atual e das mudanças iminentes, os administradores precisam estar atentos para evitar riscos e complicações futuras. 

A hora de agir é agora. Cada dia que passa é uma oportunidade perdida de recuperar valores de ISS que podem impactar positivamente o seu caixa. 

Nossa tecnologia exclusiva e equipe técnica de especialistas em tributação e contabilidade, realizam uma análise detalhada dos pagamentos de ISS dos últimos 60 meses, identificando inconsistências e oportunidades de recuperação que possam ter passado despercebidas. Sem deixar nenhum centavo para trás e com resultados entregues em até 48 horas.

A prosperidade da sua empresa reflete a nossa.
ISS: O Julgamento do Século
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Como a Tributo Justo está mudando o jogo da Recuperação Tributária

Desde a nossa fundação em 2015, trabalhamos para empoderar negócios por meio de trâmites tributários, jurídicos e administrativos de forma ágil, eficiente e verdadeiramente significativa para as empresas, através de tecnologia avançada no processo da Recuperação Tributária devolvemos aos nossos clientes valores pagos a mais nos seus impostos.

Com tremendo orgulho em honrar nosso compromisso de fortalecer quem move o Brasil dia após dia.

O que é Recuperação Tributária 

Em termos bem resumidos, a Recuperação Tributária é o processo de identificar e recuperar valores pagos indevidamente ou a maior de impostos aos cofres públicos. Este processo, quando executado por uma empresa de confiança, não só devolve recursos financeiros às empresas, mas também assegura que elas estejam em conformidade com a legislação tributária, evitando penalidades futuras e melhorando a gestão fiscal.

A Tributo Justo é referência nacional no cenário da Recuperação Tributária, oferecendo às empresas uma solução abrangente e eficiente para identificar e recuperar valores dos impostos referentes à Folha de Pagamento Patronal. Com expertise jurídica e tecnológica avançada, realizamos análises detalhadas dos registros fiscais das empresas, identificando as melhores oportunidades de Recuperação de Créditos dos últimos 60 meses (5 anos). 

Através de três softwares próprios e especializados – cálculo, retificação e auditoria – estamos redefinindo os padrões de eficiência, segurança e conformidade no processo de Recuperação Tributária.

Prezando sempre pela segurança de nossas empresas-clientes, realizamos análises detalhadas dos registros fiscais das empresas, identificando as melhores oportunidades de recuperação dos créditos advindos dos impostos pagos a mais nos últimos 60 meses (5 anos). A Recuperação Tributária permite às empresas alocar o capital que seria utilizado para o pagamento dos recolhimentos em outras áreas.

O novo cenário regulatório

O advento do E-social em abril de 2019 marcou um divisor de águas no panorama fiscal e empresarial brasileiro. Com sua implementação, a complexidade e o rigor das regulamentações tributárias atingiram novos patamares, exigindo uma abordagem mais cuidadosa e tecnologicamente avançada para garantir a otimização de processos e a total conformidade da recuperação tributária. É neste contexto que a Tributo Justo se destaca, oferecendo uma solução abrangente, ágil e segura que se alinha perfeitamente com essas demandas do ambiente regulatório atual.

Ao longo dos nossos 9 anos de operação, já ajudamos mais de 8 mil empresas a recuperarem créditos tributários de forma eficiente e transparente. Com abrangência nacional, atuamos em todos os estados do país, proporcionando suporte personalizado e soluções diversas para os clientes.

Metodologia Tributo Justo

Nosso sucesso reside na combinação única de tecnologia avançada, expertise jurídica e contábil e na busca incansável de oferecer a melhor solução em Recuperação Tributária. Assim, cada vez mais, estamos próximos de alcançar a nossa principal missão: Empoderar o máximo de empresas brasileiras.

O nosso processo é ágil e seguro, destacando-se pelos seguintes pontos:
  • Nós recuperamos somente as verbas que já são consolidadas em tribunais superiores e que a sua empresa já tem direito, ou seja, não é necessário que você abra um processo ou recurso.
  • Garantimos contratualmente todo processo pelos próximos 5 anos, dando todo o suporte administrativo, contábil e jurídico caso ocorra uma contestação da Receita Federal, sem deixar você ou a sua empresa na mão.
  • Todos os nossos clientes são incluídos no seguro de responsabilidade civil profissional de R$20 milhões.
  • Realizamos a análise das suas guias já pagas dos últimos 05 anos (60 meses), identificando oportunidades de recuperação. 
O QUE NOS TORNA EXCLUSIVOS NO QUE FAZEMOS? 

Após janeiro de 2023, sem a revisão minuciosa e o acompanhamento dos nossos 3 Softwares Próprios, não há mais a possibilidade de realizar a recuperação tributária com total segurança e conformidade. 

Nosso processo único abrange desde o cálculo dos valores a serem recuperados até a retificação do E-social, garantindo que sua empresa esteja em conformidade com as regulamentações tributárias mais recentes.

Nós recuperamos valores dos impostos em um dos países que mais tributam empresários no mundo.

Como só operamos com temas já consolidados nos tribunais superiores, nosso processo é administrativo, ou seja, começa a ser entregue dentro do mesmo mês da assinatura do contrato.

Atuamos com empresas incluídas nos regimes: Lucro Real e Lucro Presumido. Devido a agilidade de nossos serviços, realizamos a Recuperação Tributária no mesmo mês da assinatura do contrato. Além disso, possuímos uma equipe completa e totalmente preparada para cuidar do seu caso, incluindo suporte direto ao cliente por meio do gerente de contas. 

Quando os valores passíveis de recuperação são identificados e os procedimentos de análise estão finalizados, iniciamos a compensação dos créditos que são mensalmente abatidos nas guias de INSS subsequentes até findar da quantia recuperada. 

COMPROMISSO QUE VAI ALÉM

Para garantir que nossos clientes estejam sempre seguros, nós permanecemos  acompanhando as empresas-clientes por até 5 anos, sem custos adicionais, mesmo após o fim dos créditos. Durante esse período, nossos especialistas permanecem ao lado da empresa, pronta para lidar com qualquer possível questionamento por parte da Receita Federal, esse suporte engloba os âmbitos administrativo e judiciário.

Nosso acompanhamento contínuo simboliza nosso compromisso em fornecer uma solução completa para as empresas brasileiras.

Conte com uma empresa que está alinhada com os propósitos do seu negócio. Entre em contato conosco através do formulário e realize uma análise sem custo e entregue em até 48 horas e reduza significativamente os custos da sua carga tributária.

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Recuperação Tributária: Como ela pode aliviar sua Carga Fiscal

A carga tributária atual é um verdadeiro desafio para qualquer empreendedor brasileiro, mas principalmente para as empresas de Lucro Real e Lucro Presumido. 

Um estudo do IBGE/Impostômetro, publicado no Jusbrasil, mostrou que cerca de 95% das empresas brasileiras pagam tributos indevidamente. Esse dado reflete claramente a dificuldade que o empresariado enfrenta ao lidar com as obrigações fiscais.

É aqui que entra a Tributo Justo, com uma solução eficaz e verdadeiramente abrangente de Recuperação Tributária.

Entendemos essa complexidade dos recolhimentos tributários e os impactos significativos que eles podem ter nas operações diárias das empresas. Desde 2015, empoderamos negócios por meio de um procedimento ágil e eficiente.

Somos especialistas na recuperação tributária e exclusivos na recuperação de tributos da Folha de Pagamento Patronal. Recuperando valores pagos indevidamente de:

ICMS: O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, que incide sobre a movimentação de produtos e serviços.

PIS: O Programa de Integração Social, financia o seguro-desemprego e o abono salarial para trabalhadores do setor privado.

COFINS: A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social,  que incide sobre a receita bruta das empresas.

INSS Patronal: Instituto Nacional do Seguro Social, é uma das mais significativas, incidindo diretamente sobre a folha de pagamento. A recuperação de créditos de INSS pode aliviar um dos maiores custos operacionais das empresas, especialmente em setores com grande número de empregados, proporcionando um impacto positivo imediato na competitividade do negócio. 

Recuperação Tributária como Solução Viável

Diante de todas estas e outras tributações e recolhimentos, a recuperação de créditos tributários surge como uma estratégia inteligente para aliviar o impacto dos encargos fiscais e liberar recursos que podem contribuir (e muito) para o crescimento empresarial. 

A Recuperação Tributária é garantida pela legislação brasileira. Todas as empresas, sejam públicas ou privadas, podem cometer equívocos no pagamento de impostos. A lei permite que esses valores pagos a maior ou indevidamente sejam recuperados. No entanto, é necessário que determinadas condições pré-estabelecidas sejam atendidas para que a Recuperação Tributária seja possível.

O processo envolve uma análise detalhada para identificar os impostos, taxas e contribuições pagos indevidamente ou em excesso, além de determinar os valores que podem ser recuperados.

Recuperação Tributária com a Tributo Justo

Se você administra uma empresa, sabe que cada detalhe conta na gestão financeira.

O nosso diferencial está na agilidade, segurança e eficácia do nosso procedimento.

Realizamos a Recuperação Tributária por vias administrativas, que ocorre de forma bilateral entre as partes, o contribuinte deduz o seu crédito e a Receita decide se acata ou não a pretensão dele. 

Para tornar o procedimento ainda mais seguro, nos concentramos exclusivamente em verbas decorrentes de questões legislativas e posições firmes nos tribunais superiores. Isso significa que todas as recuperações que realizamos são fundamentadas em bases jurídicas sólidas. 

Nossa missão é garantir que sua empresa recupere cada centavo pago indevidamente nos últimos 60 meses (05 anos) de forma inteligente e otimizada.

Recuperação Tributária: Como ela pode aliviar sua Carga Fiscal

Os créditos levantados podem ser utilizados de forma imediata, realizando compensações na guia de INSS do mesmo mês da solicitação ou de forma cruzada (em determinados casos). 

Sim! Sua empresa pode começar a se beneficiar desses recursos sem demora, aliviando a carga tributária e liberando capital para outras necessidades urgentes, como:

  • Novas contratações;
  • Alocar para investimento em expansão;
  • Obtenção de novas tecnologias;
  • Investimentos em setores estratégicos da empresa;
  • Melhorias estruturais e tantos outros mais.

Maximização dos Benefícios

Uma prática que utilizamos para otimizar a recuperação de créditos tributários  é a compensação cruzada. Essencialmente, ela permite que os créditos recuperados sejam utilizados para compensar diferentes tipos de tributos federais, não apenas o INSS. Esse procedimento ocorre somente em determinados casos, mas pode proporcionar um alívio imediato na carga tributária mensal das empresas.

O método garante que os recursos recuperados possam ser reinvestidos rapidamente no seu negócio, fortalecendo seu caixa e permitindo novos investimentos.

Mas é seguro? E se minha empresa receber questionamentos da RFB?

É natural que você tenha preocupações sobre a legalidade e segurança a respeito da Recuperação Tributária. Sabemos que existem muitos casos de recuperações realizadas de forma irresponsável, causando medo e incerteza.

No entanto, na Tributo Justo, levamos essas questões muito a sério. A Recuperação Tributária, quando conduzida com seriedade e de acordo com as leis, é muito segura.

Nossa equipe é formada por profissionais altamente qualificados que seguem rigorosamente todas as normas e regulamentações, isso inclui uma análise minuciosa de cada caso, identificando oportunidades de Recuperação Tributária de forma lícita, garantindo que cada etapa do processo seja completamente legal e realizada com segurança. 

Assim, você pode ter a tranquilidade de saber que está em boas mãos e que seu negócio estará em conformidade com a lei.

Assim como a Receita, nós também somos regularmente submetidos a auditorias dos nossos softwares e procedimentos contábeis, garantindo total conformidade com as normas e legislações vigentes, evitando erros e contingências fiscais.

Cada mês que passa pode representar a perda de verbas da sua empresa que estão prestes a prescrever. 

Não perca essa oportunidade de fortalecer seu negócio e recuperar valores que já são seus. Entre em contato conosco e realize um diagnóstico sem custo da sua situação, entregue em até 48 horas.

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